terça-feira, 4 de novembro de 2008

Rimas de Sabet

Existe calamidade na maldade
é essa a realidade
canta uma Rima com desdém.

Existe o triste deletar
na mania de falar
canta de novo outro alguém.

Existe homem manfeitor
desumano sem pudor
canta a voz que vem do além.

Estão todos afirmando
e, sem notar, vão cantando.
Falta lembrar ao amém
que não basta cantar
de cantante por cantar
não lembrando de Dizer
esquecendo do falar.

7 comentários:

Pedro Freire disse...

Bom... Retornando às usualidades comuns (sem mensagens subliminares no layout do blog... kkkkk) resolvi começar com uma poesia que critica aqueles que tentam rimar apenas a poesia, esquecendo completamente do sentido que uma obra deve passar.

Ou seja, criticando a rima, rimando ^^.

Espero que gostem.

Luly disse...

Já dizia Alberto Caeiro que as árvores não são todas iguais. Por que os sons têm de ser também?

amei.

Caio A. T. Bonatti disse...

Já te falei que eu gostei dessa poesia, né?
Anagramas são foda. ^^
E continue com o blog!!!!!

Passato remoto - *****

Anônimo disse...

Quanto tempo que não comento aqui ^^
Sobre o post anterior, tudo o que posso dizer é que fiquei muito surpresa. O estalo foi genial.

E sobre esta, que deixemos a poesia para quem realmente sabe rimar.
(infelizmente, não me incluo neste "quem")

Beijos

Luly disse...

Presentinho pra vc no meu blog!

Abraços!

http://rosas-inglesas.blogspot.com

Pedro Freire disse...

Gostaria de agradecer à Luly pelos Selos!

Vlw mesmo minha querida!

Te adoro... ^^

Beatriz disse...

haa! eu sei a interpretação dessa poesia porque você me contou. UHUAZHAZUHZAUHZAUHUZAH

mtooo boooom Onisan!!
Você sabe disso.

bjoo