quinta-feira, 14 de agosto de 2008

As mil garças

Onde estão aqueles sinos que soavam
No ribombar de meus sonhos?
Pararam por um instante
Ao ouvir tuas palavras
Doces...
Que me trazem ansiosas garças
E com o meu desejo conclamo
Tudo o que sinto por ti
Doce desconhecida

E por segundos
Se é que pode ser possível
É como se ouvisse o mundo parando

Ao meu redor não havia nada...
Apenas o mesclar de sonhos que ainda pairavam
Sobreviventes de infortúnios
E causa do amor
Como as mil garças que nascem de um beijo
E coroam o ar de lampejos
Rubros e meigos

Quem diria
Que isso tudo seria por tua causa?
Garota das aves
E gritos de dor ao amanhecer
Ainda pairam naquele sentimento
Esquecido (?)

Mesquinho amor
Que talvez ainda sobreviva em meu peito
Sob a forma mascarada de deleites
E saudades
Para sempre guardadas no momento
Que voaram garças sobre minha vida
Te amo

3 comentários:

Pedro Freire disse...

Dedicada à pessoa mais especial deste mundo.

Anônimo disse...

Conheço essa poesia heim *.*
AiShiteiru Ototo ;D

Ana Carolina disse...

PedrO perfeitaa essas poesias....desnumbrantes!

ameiiiii

Beijos