quarta-feira, 20 de maio de 2009

O Texto é Extase

da calma que remonta a alma
externa de maneira...
merda!
[rascunho]
sábio de flores... (?)
manha
mas calma!
que loucuras remontam razões
e questões não escritas podem
respostas obter de calmas
rosas... sábias...

O sentido que falta ao rascunho
deixa margem para texto
do leitor que, aflito,
remonta as friezas do rabisco
manchando o que escrevo
com tríades estranhas de desejo
interpretante.

Ó rosas de amores cálidos
forma martírios de cadência
raros
e o disforme rosto do além
amedronta
a fria candura de razões
apronta
[é rascunho! é rascunho]
(rascunho do rascunho)

2 comentários:

Bruno Rizzo disse...

Foda!

Suzana Z. disse...

É do rascunho que surge tude né? Os primeiros rabiscos que nos levam ao fim...
Lindo poema!
bj querido!